terça-feira, 6 de outubro de 2020
A Máscara ou Persona? Charro Sendero
O Termo Persona em sua origem significava máscara utilizada pelo ator no momento em que atuava numa peça teatral.
Na Psicologia Analítica de Carl Jung o modelo Persona dá ao sujeito a possibilidade de criar um personagem que pode não ser de fato ele mesmo.
Este modelo de Persona, nada mais é do que o rosto ou o papel público que - acreditamos - ser uma boa apresentação para os outros.
A Persona é - uma de nossas vontades - que demonstra para os outros, nossa parte mais aceitável para cada ambiente.
No entanto, por trás dessas máscaras, existem vários roteiros. Nenhum deles, escrito por nós.
A máscara de uma persona é o que resta para a sobrevivência humana. Os que se acham espertos, vivem querendo mostrar o quanto são bons, justos e fiéis. Eles não usam máscaras, porque não existe face para mostrar. São energias estagnadas. Apenas um molde mal acabado vindo da soleira do mundo espiritual.
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Por que esta agonía no tiene fin...
Quiero ser de ti
solo de ti
dama
en la calle
Put@
en tu cuerpo
sumisa
de tus deseos
amante en tu pensamiento
Quiero ser tuya
de ti
de tus ganas
de tu manera en que me atrapas
de la saciedad que desatas
en mi sangre, en la piel,
pasión, celos, amor, deseo...
que no controlo
que sólo imploro
perderme entre tu cuerpo
entre suspiros,
entre tus besos,
Tú mi templo,
tú mi refugio
tú mi sudor, tú mis gemidos
Quiero ser,solo de ti
tuya,
solo tuya,
ser la mujer,
la cómplice,
La que te desnuda.
La que se vuelve un manso cordero
entre tus brazos,
donde me pierdo
tú,
mi maestro
yo,
tu amada alumna
experto amante
que me enseňes
el nuevo arte
de las caricias ocultas,
desconocidas
Tú vida,
mi vida,
mi aliento,
mi sol ,
mi insaciable amor
Quiero ser tuya
sólo de ti
por que esta agonía no tiene fin...
Veronica Linares Salazar
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
Charro Sendero
Aquele momento do gozo derramado sobre os seios da mulher amada... A paixão precisa ser aproveitada quando vem. A felicidade vem em gotas. . .
terça-feira, 14 de julho de 2020
En La Sombra - Charro Sendero
Todos se concentravam no marido dela. Ninguém deixava de rir de suas histórias de fazendeiro. O mineiros gostam desse tipo de reunião. Eu, ficava num balcão perto das bebidas, rodeado de longas árvores, às vezes tocava meu violão. Dona Nena, mulher de Guillermo Alférez, sempre vinha pegar seu Gin tônica. Eu parava de tocar, britava o gelo, ela pegava ingredientes numa das gavetas do balcão. Mesmo na penumbra daquele lugar, era possível examinar seus seios chacoalhando quando ela cortava rodelas de limão...
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quarta-feira, 1 de julho de 2020
terça-feira, 30 de junho de 2020
Era só uma garrafa com tequila - Charro Sendero
Gostava daquele lugar, pois não era notado.
Eu tinha um lugar para beber.
Era como o nada.
Os sombrios, saiam como chegavam, só.
Eu não via aquilo como uma desordem...
Mas, eles precisavam da felicidade. Eu bebia para a felicidade passar. Passatempo luxuoso.
Era só uma garrafa com tequila dentro e ninguém do lado de fora.
Charro Sendero
quarta-feira, 24 de junho de 2020
segunda-feira, 22 de junho de 2020
A vida e a morte - Charro Sendero
A Morte perguntou para a Vida: por quê todo mundo te ama e me odeia?
Com um leve sorriso, a vida respondeu:
"Eu sou uma bela mentira e você, uma verdade dolorosa.
Com um leve sorriso, a vida respondeu:
"Eu sou uma bela mentira e você, uma verdade dolorosa.
sexta-feira, 12 de junho de 2020
A Máscara - Charro Sendero
Minha máscara
Vai além da omissão
É canto
Com vibrato .
Sem falsete
Cada disfarce,
Uma crença,
Santo em demanda
Demônio em desencanto
É cura
E feitiço.
Traços de persona
Como sombra
Testemunha
Persistente
Invisível
O que não é
. . .
Encanta...
Incita conhecer
Charro Sendero
quarta-feira, 3 de junho de 2020
Desenhado no Coração - Charro Sendero
Numa noite
Depois, na lua
Com seu brilho
Com sua beleza
Com suas fases
Com seu vazio
Com suas faces
Para fazer este desenho
Depois olhar como
Com carinho
Como numa janela
Antes
Tracei os olhos
Que não me viram
As sombras
Da maquiagem
Inventando máscaras
Que escondem
Sentimentos
Depois a boca
Que, comigo, não falava
Há de se ter cuidado...
Lábios pequenos!
São para poucos
Beijos com devoção
As nuvens no céu
Escondendo
Devaneios
De cavalgada
Minha busca
E o vento
Soprava suavemente
Fio a fio nos cabelos
Dia a dia sonhado
Noite após noite
São muitos traços
Sem pressa
Pura contemplação
A cena estava definida
Tons de solidão
Logo,as partes
Separadas
Pela natureza
O volume dos seios
Como se os guardasse
Na palma de minhas mãos
No final
Não poderei tocar
Realidade
Não
Nunca
Para um cavaleiro
De todos os sonhos
Assim, diante do nada
Desenhei um coração
De rainha
Tão majestoso
Cercado e protegido
Guardando o próprio seio
E o outro desnudo?
Delicadamente
Arranquei o meu
Que, imponente
Oculta
Amores.
Para Farroupilha
A última vez - Charro Sendero
Na tarde vermelha,
foi a última vez, dela no meu no meu olhar. Olhar...
Que não deixo pra trás.
O que ninguém olhou igual.
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