sexta-feira, 8 de dezembro de 2023
A banda Folking Heads!
Novidade revigorante na cena musical de São Paulo em 2023, os Folking Heads trazem um jeito novo de interpretar as velhas músicas que estão na trilha sonora da vida de pessoas de todos os estilos, idades e identidades. Com uma mistura inusitada de elementos do folk, country e bluegrass americanos e com instrumentos tradicionais acústicos como o banjo, mandolin, violino e rabecão, imprimem um bom ‘tempero raiz’ a grandes clássicos do rock e do pop, de Deep Purple a Michael Jackson, de Beatles a Miley Cyrus, de Elvis Presley a Radiohead.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2023
Cartaz antigo de Tom Petty e The Heartbreakers
Pôster Vintage de Tom Petty e The Heartbreakers Show promovendo um show clássico de 1991 no The Meadowlands.
domingo, 3 de dezembro de 2023
David Rosales
O que você faria quando seu melhor amigo perde o filho? Esta era uma pergunta: “Você pode escolher ficar com raiva, chateado e frustrado ou ser grato”, e... Pode fazer música da melhor qualidade. Ouçam, este cara.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
Salomão Borges Filho, o Lô Borges.
Foi um dos fundadores do Clube da Esquina, grupo de artistas mineiros que marcou presença na música popular brasileira nas décadas de 1970 e 1980. É coautor, junto de Milton Nascimento, do disco Clube da Esquina, de 1972, que se tornaria um marco na música popular brasileira. Entre suas composições mais famosas destacam-se, entre outras, “Paisagem da Janela”, “Para Lennon e McCartney”, “Clube da Esquina n.º 2” e “O Trem Azul”.
É considerado um dos compositores mais influentes da música brasileira, tendo sido gravado por Tom Jobim, Elis Regina, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Beto Guedes, Nenhum de Nós, Ira!, 14 Bis, Skank, Nando Reis, entre outros. A canção “Paisagem da Janela” foi regravada em 1995 por Elba Ramalho e em 2000 por Vanessa Rangel.
É irmão do letrista Márcio Borges.
Fonte: Camões Rádio
quinta-feira, 30 de novembro de 2023
sexta-feira, 17 de novembro de 2023
Andy Warhol e Mick Jagger
quinta-feira, 16 de novembro de 2023
Leonard Cohen e Marianne
Existem histórias que, por mais que tenham sido contadas, nunca se desgastam. A de Leonard Cohen e Marianne Ihlen é uma delas. Não porque seja a história de uma tragédia grega, embora tenha acontecido em uma pequena ilha do país helênico, mas porque permanece viva como a história de dois jovens livres e em harmonia no transcurso de seu amor cotidiano, como “pássaros no fio”, como cantou o músico canadense em Bird on a Wire.
Bird on a Wire é a canção inspirada na história que Leonard Cohen e Marianne viveram na ilha de Hydra no início dos anos sessenta, mas não a única. O músico também compôs So Long, Marianne, essa doce elegia a uma relação que marcou aquele que era então um poeta sem um euro no bolso, mas maravilhado por essa atraente mulher norueguesa e o radiante sol do Mediterrâneo. Uma história que agora volta a ser contada no documentário Marianne & Leonard: Words of Love, dirigido por Nick Broomfield, cineasta britânico que já tem experiência em outros filmes musicais sobre Whitney Houston (Whitney: Can I Be Me) e Kurt Cobain (Kurt & Courtney). Nas palavras de seu criador ao jornal The Times, o filme “está intoxicado da beleza da relação”, mostrando o caleidoscópio de dois seres que, inclusive no fim de seu amor, mantiveram um carisma romântico. Cohen chegou a Hydra em 1960.
JAMES BURKE (THE LIFE PICTURE COLLECTION/GETT)
O poeta ouvira falar da existência de uma colônia de artistas de todos os cantos do mundo. Ao desembarcar, encontrou um velho porto de pescadores, algumas tavernas à beira-mar e uma montanha imponente que abrigava uma paisagem de casas caiadas. O acesso de carros era proibido, burros e mulas eram o único meio de transporte. Havia gatos por toda parte e a música soava o dia todo nas varandas. Ele ficou fascinado até pelas penúrias. “Não havia água corrente. Você tinha que recolhê-la gota a gota, você conhecia as gotas uma a uma. Tudo o que você usava era gostoso”, disse em uma entrevista o músico, que passou as primeiras duas semanas estirado sobre uma rocha tomando sol. “A Grécia foi onde senti o calor dentro de mim pela primeira vez”, acrescentou. Na Grécia também foi onde conheceu um amor diferente de todos os outros. Chegou acompanhado de seu violão, sua característica capa de chuva de gabardine azul e sua Olivetti verde: a mesma com que Marianne aparece escrevendo na contracapa de seu disco Songs From a Room. Foi na varanda da mercearia do cais onde o poeta convidou Marianne pela primeira vez para compartilhar sua mesa. Fazia três anos que a jovem havia chegado a Hydra, na companhia de Axel Jensen, um escritor norueguês, com quem se casou e teve um filho, Axel. Mas ele fugiu com outra mulher e Cohen aproveitou a oportunidade.
Marianne e o filho foram morar com o poeta, que herdou 1.500 dólares da avó e comprou em Hydra uma casa caiada de três andares, quatro quartos, uma cozinha com sala de jantar e uma grande varanda. Em uma ilha onde reinavam o sol e a paz e as noites eram iluminadas com lamparinas de azeite de oliva ou de querosene, Cohen e Marianne foram felizes. Como o canadense escreveu a um amigo em uma carta: “A maneira de viver de Marianne na casa é puro alimento. Toda manhã ela coloca uma gardênia na mesa de trabalho [...] Quando há comida na mesa, quando as velas são acesas, quando lavamos a louça juntos e juntos colocamos o menino para dormir. Isso é ordem, é ordem espiritual e não existe outra”. Na companhia de Marianne, Cohen escreveria quatro livros de poemas e o romance Belos Perdedores.
A ordem monástica, tão própria de um Cohen que muito depois abraçaria o zen-budismo, só se alterava quando o casal descia as íngremes ruas da ilha em busca da diversão do porto. O amor livre dos hippies tinha chegado a Hydra antes do esperado e havia uma grande permissividade sexual. Como Cohen contou mais tarde, “o sexo era metafísico”.
Marianne e o filho foram morar com o poeta, que herdou 1.500 dólares da avó e comprou em Hydra uma casa caiada de três andares, quatro quartos, uma cozinha com sala de jantar e uma grande varanda. Em uma ilha onde reinavam o sol e a paz e as noites eram iluminadas com lamparinas de azeite de oliva ou de querosene, Cohen e Marianne foram felizes. Como o canadense escreveu a um amigo em uma carta: “A maneira de viver de Marianne na casa é puro alimento. Toda manhã ela coloca uma gardênia na mesa de trabalho [...] Quando há comida na mesa, quando as velas são acesas, quando lavamos a louça juntos e juntos colocamos o menino para dormir. Isso é ordem, é ordem espiritual e não existe outra”. Na companhia de Marianne, Cohen escreveria quatro livros de poemas e o romance Belos Perdedores.
A ordem monástica, tão própria de um Cohen que muito depois abraçaria o zen-budismo, só se alterava quando o casal descia as íngremes ruas da ilha em busca da diversão do porto. O amor livre dos hippies tinha chegado a Hydra antes do esperado e havia uma grande permissividade sexual. Como Cohen contou mais tarde, “o sexo era metafísico”.
O relacionamento de ambos durou seis anos, interrompido às vezes pela necessidade do músico de atender às suas “afiliações neuróticas”. Afiliações como as mulheres. Cohen era incapaz de se atar a alguém. “Ninguém pode possuir Leonard”, diria sua amiga canadense Nancy Bacal. Também a afiliação à sua arte. Em Hydra ele fez seu primeiro show formal. Foi em uma taverna. Ele o fez porque, como reconheceria, “precisava de dinheiro”. “Vi que estava escrevendo havia dez anos e não podia pagar a conta da venda, então pensei em cantar.”
Quando Cohen chegou a Nova York, graças ao dinheiro emprestado por um amigo, tinha 32 anos e seis livros publicados. Em 1967, lançou seu primeiro disco, Songs of Leonard Cohen, e alguns anos depois o segundo, Songs from a Room. No primeiro incluiu a canção So Long, Marianne, e no seguinte Bird on a Wire. Na época, estava chegando ao fim seu relacionamento com Marianne, que o acompanhou em sua nova vida no hotel Chelsea em Nova York e que reconheceu que dizer adeus a Cohen lhe doeu muito: “Isso me destruiu por um tempo”. No último momento antes de gravá-la, Cohen mudou a letra da canção So Long, Marianne, que iria se chamar Come on Marianne. Acrescentou esse so long — até breve. Um “até breve, Marianne”, que acabou se tornando um até sempre para a história destes dois pássaros livres, que viveram a história de seu amor em uma remota ilha grega em plena harmonia.
Fonte El País
Eagles 1974
25 de agosto de 1974 • Eagles no Aeroporto de New Haven, Connecticut, rumo ao próximo show em Norfolk, Virgínia
sábado, 11 de novembro de 2023
Madstein Beer, uma revolução em cerveja artesanal!
Se você é apreciador de cerveja de qualidade e fã de exclusividade, na Madstein tem cervejas artesanais criadas por uns cientistas especialistas e bacanas. Uma oportunidade de viver uma experiência incrível! É a melhor cervejaria de Brasília!
sábado, 4 de novembro de 2023
Christopher Ameruoso, o cara!
Cantor autêntico e até o osso na sonoridade Folk Rock, Christopher Ameruoso! O cara é autor, músico, fotógrafo - vencedor do prêmio e best-seller - e defensor dos direitos dos animais.
Instagram @chrisameruoso
sexta-feira, 3 de novembro de 2023
Assim foi gravada a última dos Beatles - Now and Then.
"Now and Then" era umas das músicas de uma fita cassete que Lennon gravou para McCartney em seu apartamento em Nova York, no edifício Dakota, em 1979, um ano antes de ser assassinado.
A viúva de Lennon, Yoko Ono, a entregou a McCartney em 1994.
As outras duas músicas, "Free as a Bird" e "Real Love", foram produzidas por Jeff Lynne e lançadas em 1995 e 1996, respectivamente.
O mesmo havia sido tentado com "Now and Then", mas o projeto acabou sendo arquivado devido a um ruído de fundo na demo. Agora foi possível, graças à IA, cujo uso gera debate na indústria musical.
Depois de aplicar esta nova tecnologia à gravação, "lá estava a voz de John, cristalina", explicou McCartney.
Os dois Beatles vivos concluíram "Now and Then" no ano passado, incluindo a parte de violão e guitarra elétrica que George Harrison havia gravado em 1995. Nos estúdios da Capitol, em Los Angeles, acrescentaram os 'backing vocals', a bateria de Ringo e o baixo, o piano e um solo de guitarra de McCartney, inspirado no estilo de Harrison.
terça-feira, 31 de outubro de 2023
FOLK DUO na KOMtainer Beer Choperia
Sexta também é dia de som ao vivo no KOM!
É dia 03.11 tem Folk You pra vocês, a partir das 19h,
chama geral e vem!
#komtainerbeer
#okomtaon
#komtainerchopp
#musicaaovivo
#folkyou 𝗞𝗢𝗠𝘁𝗮𝗶𝗻𝗲𝗿 𝗕𝗲𝗲𝗿 𝗖𝗵𝗼𝗽𝗽𝗲𝗿𝗶𝗮 ® - Piracicaba
sábado, 28 de outubro de 2023
Alan Jackson, há vinte anos...
Na balada "Remember When" Alan Jackson faz um retrospecto da vida com sua esposa, falando sobre as recordações de um casal que envelhece unido.
Jackson descreve o amor que os une desde o princípio, a criação de suas filhas e como ele e sua esposa - depois que as crianças estiverem crescidas e forem embora - não vão ficar tristes porque vão "se lembrar" de tudo o que na vida usufruíram juntos.
Letra REMEMBER WHEN
Remember when the sound of little feet
was the music
We danced to week to week
Brought back the love, we found trust
Vowed we'd never give it up
Remember when
Remember when thirty seemed so old
Now lookin' back, it's just a steppin' stone
To where we are
where we've been
Said we'd do it all again
Remember when
Remember when we said when we turned gray
When the children grow up and move away
We won't be sad, we'll be glad
For all the life we've had
And we'll remember when
We danced to week to week
Brought back the love, we found trust
Vowed we'd never give it up
Remember when
Remember when thirty seemed so old
Now lookin' back, it's just a steppin' stone
To where we are
where we've been
Said we'd do it all again
Remember when
Remember when we said when we turned gray
When the children grow up and move away
We won't be sad, we'll be glad
For all the life we've had
And we'll remember when
Paul McCartney tocando com Rolling Stones!
A música é "Bite My Head Off” escrita por Mick Jagger e Keith Richards e lançada no álbum de 2023 dos Rolling Stones “Hackney Diamonds”. Com Paul McCartney no baixo, tornando-se a primeira música dos Stones com a qual Paul contribuiu desde “We Love You” em 1967. Paul foi convidado a participar da sessão de gravação pelo produtor Andy Watt, que estava simultaneamente trabalhando com McCartney em seu novo álbum e produzindo o dos Rolling Stones.
sexta-feira, 27 de outubro de 2023
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Há 31 anos, Pure Country estreava nos cinemas.
O melhor filme de Country Music dos anos 90
Pure Country, 1992, leva drama e música em seu enredo. Tem direção de Christopher Cain e foi estrelado pelo ícone da música country George Strait em seu primeiro trabalho como ator. Foi sucesso de bilheteria, com faturamento de mais de US$ 15 milhões. E a trilha sonora, nem se fala. É o álbum mais vendido de Strait até hoje e um bálsamo para os amantes do estilo country e das coisas do interior.
Fonte Portal Cavalus
O Cara dos Birds está de volta: Skydiggers!
Skydiggers é uma banda canadense de Toronto formada por Andy Maize e Josh Finlayson. Desde 1987, eles lançaram 19 álbuns/EPs e tiveram vários singles que apareceram nas paradas canadenses. Seu álbum de maior sucesso é Restless, lançado em 1992.
Um dos compositores da banda é Gene Clark que, no passado, fundou o lendário The Byrds em 1964 e escreveu algumas das canções mais populares do grupo e de uma geração. Músicas gravadas por artistas como Tom Petty, Robert Plant & Alison Krauss e Teenage Fanclub. Agora o Skydiggers encontrou, nas composições de Clark, uma conexão com as raízes do folk rock além de Guthrie e Dylan na qual está enraizada.
terça-feira, 24 de outubro de 2023
Aquela inesquecível voz Country de Dwight Yoakam...
Dwight é um baita cantor, ator e cineasta que fez várias canções da música country como: "A Thousand Miles from Nowhere", "Guitars Cadillacs", "A Long Way Home" e também brilhou nas telas com: Na Corda Bamba - Longe do Céu Perto do Inferno - O Quarto do Pânico -
domingo, 22 de outubro de 2023
Anka Brasil - O Folk Rock dos Pampas!
Ouvindo Beatles, Stones e Creedence, mas também Cesar Passarinho, Leopoldo Rassier e João Chagas Leite, Anka Brasil se aproximou da música pelas fontes do nativismo e do rock’n’roll. Cat Stevens e Raul Malo (vocalista da The Mavericks) foram “elo” destas referências, sendo que o rock até lhe permitiu um projeto de releituras de Elvis Presley numa banda cover.
Focando em seu processo autoral, compôs as músicas de seu primeiro disco, “Noite Fria”, num autêntico estilo regional romântico. Suas letras falam de relacionamentos, separações e reencontros, das dores e da felicidade do amor, dos segredos e sonhos que despertam os corações. Suas músicas encontraram a sonoridade regional do sul, com um adorno romântico de linhagem folk.
Com sua voz de registro grave, Anka liberta os sentimentos do coração em baladas que por vezes sinalizam influências latinas, uma de suas canções tem letra em espanhol. É a sua ligação com o pampa uruguaio e argentino.
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